10 abril, 2007

Olá Malta!!!

Aqui fica a solicitação de noticias...
Tivemos a Páscoa Jovem Urbana... que foi espectacular...
O nosso muito obrigado, ao Sr. P. Mendes...
Mas, agora, faltam os vossos relatos...
Por isso pessoal, toca a escrever e mandar...
Ficamos à espera!!!

05 abril, 2007

Horário da Páscoa Jovem Urbana

Aqui fica o Horário, para não teres desculpas e não faltares...
Este ano, a Páscoa Jovem Urbana, está intitulada:

D a P e s s a c h À P á s c o a

QUINTA

10.00 – 10.15 - Oração da manhã
10.15 – 12.30 - Do “seder” da Pessach à Última Ceia de Cristo
15.00 – 17.00 - O Sacrifício e a Aliança
17.00 – 17.30 - preparação da Adoração
19.15 – 20.00 - Missa da Ceia do Senhor
21.30 – 22.00 - Adoração ao Santíssimo

SEXTA

10.00 – 12.00 - A Eucaristia – seus símbolos e sua organização litúrgica
15.00 – 15.45 - Paixão do Senhor
16.00 – 17.00 - Preparação para a via-Sacra
21.00 – 22.00 - Via Sacra

SÁBADO

10.00 – 10.15 - Oração da manhã
10.30 – 16.00 - Dia de Deserto
16.30 – 17.30 - Partilha e conclusão
19.30 – Jantar pizza
22.00 – Vigília Pascal

Páscoa Jovem II



Decorreu no fim-de-semana de 24 e 25 de Março, em Fátima, a Páscoa Jovem, acontecimento já habitual por aquelas paragens. Um fim-de-semana de meditação e introspecção pessoal, como forma de preparação para vivermos a Páscoa em toda a sua plenitude.
O grupo dos mais velhos realizou este fim-de-semana de meditação na (instituição… das (…)…), onde fomos extremamente bem acolhidos e bem tratados, e por isso aqui fica, desde já, também um agradecimento.
O tema deste ano foi o AMOR.
Sim, AMOR com letras grandes, pois falámos do verdadeiro amor. É que hoje em dia esta palavra é tão banalmente usada e mal empregue, que ficamos com a impressão que deixa de ter a força que deveria ter. Mas quando ela é usada com todo o nosso coração, aí sim, faz sentido dizer “amo-te”.
Também hoje em dia muita gente se pergunta a si própria se será ainda possível amar. De certo, todos nós já sofremos, de uma maneira ou de outra, alguma vez uma traição de um amigo, ou ficámos “pendurados”. E aí perguntamo-nos “porque será que nos sacrificamos tanto por certas pessoas e no fim recebemos em troca algo de que não estávamos à espera?” Pois bem, será que o amor vale a pena? Será que valeu a pena Jesus morrer por todos nós na cruz e ser humilhado e tratado abaixo do indigno? Pois bem, “Amar é uma árdua tarefa (…) MAS em cada um de nós é forte o desejo do amor.” Precisamos de Amor. No fundo o que queremos dizer é que precisamos de Deus. Porque Deus é Amor.
(Chegámos a essa conclusão num aceso diálogo de grupo.) E é no amor que vivemos, porque temos necessidade de amar e sermos amados, e é pelo amor que vivemos. É por Deus que vivemos.
Foi na roda deste tema que nós partilhámos em grupo ideias, pensamentos e pontos de vista diferentes do nosso. Esta partilha de diálogo ajuda-nos a perceber o que vai no coração dos outros para melhor entendermos o nosso. E só no pleno entendimento do nosso coração, isto é: se somos capazes de nos perdoarmos a nós próprios e amarmo-nos de uma forma saudável, é que seremos capazes de amar o nosso próximo. “Ama a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”; esta é a síntese daquilo que nos dizem os mandamentos da Santa Igreja. “E quem é o nosso próximo?”, perguntamos às vezes. O nosso próximo é todo aquele que caminha ao nosso lado, é todo aquele que se cruza connosco, e todo aquele que nos pede auxílio. O nosso próximo é também o nosso inimigo; Jesus disse: «Aprendestes que foi dito: "Amareis o vosso próximo e odiareis os vossos inimigos. Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos; fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam (…) Porque, se só amardes os que vos amam, qual será a vossa recompensa? Não procedem assim também os publicanos? (…) » (S. MATEUS, cap. V, vv. 43 a 47).
O último texto do caderninho que nos foi dado no inicio do fim-de-semana, foi o texto que mais me comoveu. “Meu amado bambu”. É uma alegoria. Conta a história de um bambu que teve de se deixar matar para assim se tornar numa grande bênção para toda a região. “Quando ele era grande e belo, crescia apenas para si e alegrava-se na sua própria beleza…quando se deixou despojar, tornou-se canal do qual o Senhor se serviu para tornar a Terra fecunda.” Este é o significado do verdadeiro amor, e aquele que Jesus nos veio mostrar: “Não há maior prova de amor do que a de dar a vida pelos amigos.”
E nós? Será que daríamos a nossa?




Texto: Raquel Almendra Henriques
Nossa correspondende de Aveiro,
a quem agradecemos toda a dedicação e empenho,
amizade e presença amiga.
Fotos: Adonis Danfa
Nosso jovem fotógrafo, do Colégio dos Órfãos do Porto (COP).
As fotos, foram tiradas na Páscoa Jovem I (Grupo Geral) e Grupo 6,
para ele, o nosso muito obrigada.
Força, continua com o bom trabalho...

22 fevereiro, 2007

Carnaval




Olá jovens Alegres, Dinâmicos e Serviçais!

Pois é, no nosso ultimo fim de semana houve o carnaval. Muita alegria, divertimento, palhaçada, uma verdadeira festa.
Eu que o diga pois no final do dia estava todo maçado das quedas propositadas do palhaço pirucas/piruças. É verdade, neste carnaval houve um grande dilema. Afinal, qual o nome do palhaço? Pirucas ou Piruças? Bem é uma coisa ainda por descobrir, quando o virem po ano (provavelmente no proximo carnaval) perguntem-lhe. lool. Mais personagens da nossa humilde festa, humm, como não podia deixar de ser, tinhamos de falar aqui da nossa verdinha. Uma palhacinha vestida de verde, a qual não perdoou uma ao palhaço Pirucas/Piruças. Pois é esta nossa amiga, muito porreirinha não hesitou em tirar o "garfo" do diabo para ameaçar o pobre Pirucas/Piruças que só queria dormir. lol. Mas tirando isso e todas as vezes que puxou a cadeira onde o Pirucas/Piruças se ia sentar até era uma verdadeira lady (lool, sou mesmo aldrabão). loool. Na brinca verdinha.
Bem de entre todas as personagens existentes havia uma que não se deixava rebaixar, afinal de contas enquanto uns iam para palhaços graças às suas grandes habilitações escolares, ela era uma finalista. Pois é, tou a falar daquela rapariguinha, baixinha muito bonitinha de mini-saia k até fazia calores (ups, não era para dizer isto. Pelo andar da conversa o melhor é porem uma bolinha no canto. looool. É na brinca, não levem a mal).
Mas como eu estava a dizer, essa menina deve ter-se enganado no caminho? O politécnico é para o outro lado, mas de qualquer maneira não faz mal porque sem ti a festa não tinha sido a mesma (uma opinião pessoal, acredita sempre naquilo que tu podes fazer, quer sejam muitos ou poucos, tenhas preparado coisas ou não, o importante está em ti e na maneira como o fazes. «O sublime está a um passo do ridículo», Molière). Bem, de todos os animadores presentes havia mais um que eu gostava de mencionar mais pormenorizadamente: a nossa amiga (que as crianças, mais o público feminino) adoram, a boneca! Pois é, a nossa festinha de carnaval tinha de tudo um pouco, até a nossa amiguinha boneca que não hesitou em participar de corpo e alma na nossa festinha. Ela fez de tudo um pouco, animou, brincou, tirou fotos, fez um fado.
Também participaram mais estas personagens: uma que era um Cigano, mais uma palhacinha, um electrecista, uma menina dos anos 60 a quem eu mando um beijinho, a rambo, outra ciganinha e uma irmã vestida de irmã, loool (um aparte com bolinha no canto: eu gostava de dizer que tenho pena que o nosso amigo Alfredo não tenha assistido por estar fora do país ao strip da irmã, looooooool, irmã não leve a mal porque ninguém precisa de saber que no final não houve strip nenhum! lool).
Bom, para finalizar eu gostava de agradecer à Ana Filipa, Filipa e à Xana por tudo o que fizeram para que os animandos se sentissem bem. Gostava também de agradecer a todos os animandos do Centro Juvenil e sobretudo aos que participaram connosco nesta festa vestidos a rigor. Para todos eles um OBRIGADO e um grande abraço.

07 fevereiro, 2007

Mensagem


Mensagem do Reitor Maior aos Jovens do MJS 2007


Queridos jovens.
Sucessor de um sonhador, eu também tive um sonho que vos quero contar com a mesma simplicidade e confiança com a qual o nosso pai Dom Bosco os contava aos seus jovens nas boas noites de Valdocco.
Sonhei que ele mesmo vos escrevia pessoalmente esta mensagem, quase como uma nova Carta de Roma. Eu sou lhe emprestei a minha mão (e o meu computador).
Eis aqui, então, a mensagem de Dom Bosco. Lede-a com a mesma simplicidade e amor dos seus jovens de então.
Uma cordial saudação também da minha parte.
D. Pascoal Chávez Villanueva

Queridos jovens,
Ainda que longe no tempo, penso em vós e sinto-vos perto com os vossos desejos de viver e ser felizes.
Sustenho com a minha oração as vossas melhores aspirações e acompanho-vos nos vossos momentos difíceis.
Sois a minha vida, e por isso estas palavras são as de quem vos ama ternamente no Senhor Jesus.
Gostaria de ter o amor terno e forte de minha mãe Margarida para falar ao vosso coração de filhos e comunicar-vos aquela grande paixão pela vida que ela me transmitiu desde pequeno.
No seu coração de mãe latia o coração de Deus, amante da vida; aprendi a reconhecê-lo na resplandecente e cálida luminosidade do nascer e pôr-do-sol, como também no pobre que batia à porta de casa. A minha mãe encontrava sempre as palavras precisas e os gestos mais adequados para desvendar com simplicidade o maior que envolvia a vida. Um amor que compensava a dor e curava, inclusive, a ferida profunda aberta pela morte do meu pai.
Falo-vos, queridos jovens, com estas mesmas palavras ternas e fortes. A vida é o dom mais precioso que recebestes: respeitai, defendei, amai e servi a vida, toda a vida e a de todos!
Deus, apaixonado da vida, não tolera que se comercialize a vida do homem. Os seres humanos não são um produto comercial. Houve tempos, e desgraçadamente ainda não terminaram, nos quais se vendiam e compravam seres humanos. Sucedia nas ruas de Valdocco, como sucede hoje nas praças e nas ruas das vossas cidades.
Não esqueci o que vi nas prisões e nas ruas, na terrível realidade de cada dia. Mudou a minha vida: decidi gastá-la para livrar os jovens de todas as prisões, tanto das materiais como das da solidão, da tristeza, da ignorância, da delinquência, da desorientação, do desespero.
Os meus tempos eram tristes, mas também vós viveis acontecimentos dramáticos nos quais, uma vez mais, domina o desprezo pela vida humana, a violência terrorista, o abuso e exploração de crianças e mulheres. Perante tal realidade não podeis permanecer indiferentes, sobretudo como jovens. De vós deve nascer uma nova energia, um movimento que comunique a paixão de Deus pela vida do homem.
Quero mostrar-vos, queridos jovens, o caminho para responder a esta missão e para viver uma vida plena, feliz e fecunda. O segredo está na amizade com Jesus Cristo. Nele se manifestou a misericórdia e a ternura de Deus que ama a vida. Entrou no coração da realidade humana, única e maravilhosa; gastou toda a sua vida libertando, salvando e dando vida aos oprimidos por qualquer espécie de mal; conheceu a alegria, a amizade, mas também a dor, a perseguição e a morte. Dando a própria vida por amor e ressuscitando da morte, iniciou uma vida plena e para sempre.
A sua ressurreição é como a erupção de um vulcão que demonstra que no interior do universo arde já o fogo de Deus, que já actuam nele as novas forças vitais de uma terra transfigurada.
Para compreender e viver este mistério que está no coração da vida, queridos jovens, tendes que levantar o olhar.
«Que vês Jeremias?», pergunta o Senhor ao profeta. «Vejo um ramo de amendoeira» (Jer 1, 11-12). A amendoeira é a árvore que floresce primeiro e anuncia a primavera. O olhar vigilante permite ao profeta antever o invisível no ramo florescido. Só esse olhar atento e vigilante pode captar o milagre, o mistério profundo da vida; tendes que estar vigilantes, com os olhos atentos e iluminados pela fé.
Levantai os olhos da distracção quotidiana que vos leva a um vazio existencial, começai a dar vida à parte mais profunda e mais íntima de vós mesmos, dedicai tempo à oração que vos revelará a profundidade do coração de Deus e do vosso mesmo coração de homens e mulheres. Do mais profundo da vossa alma tirareis um novo sentido das coisas, uma visão mais ampla da história, a fraternidade que nasce do coração de Cristo Ressuscitado e que se manifesta na Igreja. Ela é o “sacramento” da misericórdia de Deus neste mundo. É a casa do Deus acessível, quente e acolhedora, o lugar da escuta do sofrimento do homem, em particular dos jovens e dos pobres.
A vossa sociedade, pelo menos a ocidental, é muito rica, mas deve enfrentar-se com as novas pobrezas. E a Igreja não pode situar-se noutro lugar senão ao pé da cruz de Jesus, fonte de ressurreição. O seu lugar é junto dos pequenos, da gente cansada e ferida, daqueles que não contam ou se vêem marginalizados da caravana triunfal do progresso. Cristo, uma vez mais, é crucificado fora da cidade, nas margens da história. A Igreja “samaritana” deve estar ali: os pobres são a sua “terra santa”. E esta terra santa é o terreno fecundo do vosso compromisso juvenil.
A Igreja deve tornar visível e transparente a beleza e o amor de Deus que quer viver hoje entre nós. E vós, queridos jovens, tendes que construir esta Igreja como Cristo a quer, rosto da misericórdia do Deus da vida.
Este é o caminho que quis ensinar aos meus queridos jovens de Valdocco e o qual vos convido a construir nos vossos ambientes juvenis. Valdocco não era um espaço anónimo como a rua, mas um lugar acolhedor, um ambiente cheio de humanidade, rico de valores e do calor da família. A minha me Margarida depositou nele toda a sua solicitude e ternura de mãe; e todo o amor de pai. Como um verdadeiro pai de família, dei aos meus jovens uma casa, vestuário, pão, trabalho, instrução, diversão. Assumi com tanta paixão esta missão que pedi ao Senhor que me concedesse encontrar e acolher a muitos jovens, e que me livrasse de tudo o que me podia separar dos seus interesses.
O oratório converteu-se num lugar de vida e de encontro para os jovens, no qual as suas expectativas e iniciativas, a sua linguagem e o seu protagonismo encontraram acolhimento, promoção e espaço.
Iam progredindo na verdadeira maturidade como homens e como cristãos, entusiasmados por viver dentro do espírito de liberdade do Evangelho. Uma prova disso são as vigorosas personalidade que amadureceram em Valdocco: Desde Domingos Sávio e Miguel Magone até aos grandes pioneiros das missões, Cagliero, Lasagna, Costamagna, Fagnano, e tantas outras figuras extraordinárias.
Educava à liberdade e à criatividade dos meus jovens: queria-os conscientes das motivações das suas decisões; dava todo o espaço devido à razão; multiplicava as lições de catecismo e as boas noites, nas quais explicava porquê e como se devia acreditar. Queria rapazes decididos nas suas opções, sem respeito humano. Animava-os a tomar iniciativas em todos os campos. Não os mantinha encerrados por medo do mundo. Abríamo-nos com coragem às paróquias, às necessidades da cidade, da Igreja e do mundo. O meu sonho é ver-vos, jovens do terceiro milénio, como riqueza do presente, desenvolvendo os vossos talentos e as vossas energias de bem, invertendo no serviço aos outros, para rejuvenescer a sociedade e a Igreja.
O meu sonho é ver-vos missionários dos vossos amigos, tornando visível nos acontecimentos de cada dia o rosto de Cristo no qual todos se reconheçam.
Este sonho concretiza-se no meu compromisso e no de toda a Família Salesiana de ser sempre, com mais clareza e mais explicitamente, promotores da cultura da vida, contra tudo o que possa ameaçá-la ou diminuí-la, portadores do amor de Deus, pais e mestres de espírito, guias inteligentes e capazes de acompanhar-vos na busca de projectos de vida nobres e atraentes.
Neste compromisso contai sempre com a ajuda materna da Auxiliadora, da Virgem dos tempos difíceis, que foi para mim uma Mãe e uma Mestra e que prometeu tomar sob a sua particular protecção a quantos entrarem numa casa salesiana.
Entregai-vos a Ela com toda a confiança e vereis também vós florescer os milagres na vossa vida.
Queridos jovens, senti-me sempre próximo de vós; o meu desejo é o de ver-vos felizes agora e para sempre, seguindo o caminho das bem-aventuranças evangélicas, para poder participar todos juntos na grande festa da vida no céu.

Turim, 31 de Janeiro de 2007

26 janeiro, 2007

D. Bosco


São João Bosco nasceu em Castelnuovo d'Asti no norte de Itália, em 16 de Agosto de 1815.

A sua mãe educou-o na fé e na prática coerente da mensagem evangélica.

Tinha apenas nove anos quando um sonho lhe fez intuir que deveria dedicar-se à educação da juventude.

Morreu no dia 31 de Janeiro de 1888.

22 dezembro, 2006


A Associação Juvenil 31 de Janeiro, Centro Juvenil Salesiano e Paróquia de S. João Bosco, de Mirandela
Desejam a todos que nos visitam, um Feliz Natal e Próspero Ano Novo!



Glória a Deus

Natal,
raíz da fé,
da esperança e do amor que Deus tem ao dom maior:
a VIDA.


21 dezembro, 2006

Passagem de Ano nos Salesianos


Vem!!!!!
Dia 31 à noite estamos à tua espera...
Trás a tua família, os teus amigos, os teus colegas...
Vem fazer festa connosco...
Vai ser uma noite inesquecível...

14 dezembro, 2006

Um bonito coração










Um jovem estava no centro da cidade, proclamando ter o coração mais belo da região. Uma multidão cercou-o e todos admiraram o seu coração. Não havia marca ou qualquer outro defeito. Todos concordaram que aquele era o coração mais belo que já tinham visto. O jovem ficou muito orgulhoso pelo seu belo coração.
De repente, um velho apareceu diante da multidão e disse:- Por que é que o coração do jovem não é tão bonito quanto o meu?A multidão e o jovem olharam para o coração do velho, que estava batendo com vigor, mas tinha muitas cicatrizes. Havia locais em que pedaços tinham sido removidos e outros tinham sido colocados no lugar, mas estes não encaixavam direito, causando muitas irregularidades. Em alguns pontos do coração, faltavam pedaços.
O jovem olhou para o coração do velho e disse:- O senhor deve estar a brincar... Compare os nossos corações. O meu está perfeito, intacto e o seu é uma mistura de cicatrizes e buracos!
- Sim, disse o velho. Olhando, para o teu coração parece perfeito, mas eu não trocaria o meu pelo seu. Cada cicatriz representa uma pessoa para a qual eu dei o meu amor. Tirei um pedaço do meu coração e dei para cada uma dessas pessoas. Muitas delas deram-me também um pedaço do próprio coração para que eu colocasse no meu, mas, como os pedaços não eram exatamente iguais, há irregularidades. Mas eu estimo-as, porque me fazem lembrar do amor que compartilhamos. Algumas vezes, dei pedaços do meu coração a quem não me retribuiu. Por isso, há buracos. Eles doem. Ficam abertos, lembrando-me do amor que senti por essas pessoas... Agora entendes o que é a verdadeira beleza??
O jovem ficou calado e lágrimas escorriam pelo rosto. Ele aproximou-se do velho. Tirou um pedaço do seu perfeito e jovem coração e ofereceu ao velho, que retribuiu o gesto.O jovem olhou para o seu coração, não mais perfeito como antes, mas mais belo que nunca. Os dois abraçaram-se e saíram caminhando lado a dado.
Como deve ser triste passar a vida com o coração intacto.
Partilha o teu coraçao com os outros!!

13 dezembro, 2006

Advento... tempo de oração

No domingo a seguir à Festa de Cristo Rei começamos o tempo litúrgico do Advento. Um tempo particularmente marcado pela oração.

Advento significa, à letra, vinda. Nesse Sentido, o tempo de Advento é um tempo de espera, com a futura Mãe de Jesus, d`Aquele que está para nascer, do Filho que nos é dado, Jesus Menino. Ao mesmo tempo é celebração da vinda que já aconteceu há dois mil anos. O nascimento de Cristo enquadra-se nesta dimensão celebrativa de uma vinda que já se realizou para nós e se prolonga no nosso presente.

A dinâmica do Advento assenta na atitude de um coração - o de Maria - que vive na expectativa e na gratidão de um mistério que a envolve toda, transbordando de si, para tornar-se mistério de toda a Igreja do Seu Filho. Experiência de cada um de nós. Juntamente com a atitude de Maria, o Advento apresenta-nos a atitude de João Baptista, aquele que não cessa de exortar os corações a que se preparem para a vinda do Messias, através do arrependimento e da conversão da vida. Tanto a atitude de Maria como a conversão pedida por João Baptista só se tornam possíveis na medida da nossa fidelidade ao encontro de corações que é a oração.

Colocado por Silvio Faria @ 13/12/2006 (Subsídios para a Oração Jovem, de todos os dias)

Aspectos práticos à hora de começar a rezar


A oração, para que o seja verdadeiramente, requer preparação. Apresento-vos seis aspectos fundamentais dessa preparação:


  • Antes de mais escolhe um sítio recolhido na tua casa ou mesmo no teu quarto. Trata-se de estar a sós com o teu Amigo;
  • Põe nesse lugar um símbolo que te ajude a rezar neste Advento: talvez uma vela (símbolo da espera vigilante); uma imagem do menino Jesus (símbolo da “fragilidade” assumida pelo nosso Deus); o berço vazio do presépio (símbolo da tua disponibilidade para acolher Jesus)...
  • Depois marca uma hora, tal como o fazes quando combinas com os outros amigos para sair ou falar.
  • Envolve o teu corpo na oração. Toma a posição que mais te ajude a entrar em verdadeira oração.
  • Sê criativo. É preciso cultivar a amizade todos os dias.
  • No final da semana dedica um pouco de tempo a avaliar a tua oração... não esqueças que pelos frutos se conhece a árvore. É a nossa vida, o nosso modo de viver, de falar, julgar, de comunicar e de calar que revelam a qualidade da nossa oração.

Colocado por Silvio Faria @ 13/12/2006

(Subsídios para a Oração Jovem, de todos os dias)

11 dezembro, 2006

Psssst....

Já estamos em Dezembro, como o tempo voa...

Mas muito ainda há que fazer, antes do final do ano, por isso pessoal, mãos à obra.

Aqui vos deixo, as actividades que temos para esta semana, fica atento e não faltes.

Catequese:

Dia 16 às 11h, uma catequese diferente para todos...
Oração, meditação, música,... um encontro com Deus, que sempre tão próximo de nós está...

Coro:

Dia 16 às 18h ensaios.
Não faltes! Já somos muitos, e temos que afinar...
Apróxima-se o Natal!! Temos que nos preparar...
A música, é um modo de rezar, e de falarmos com Deus...

Animadores:

Reunião, terça feira, dia 12 de Dezembro, às 21 horas.
Não faltes, se não puderes ir avisa!

Ensaios para todos (Animandos e Animadores), quinta feira, dia 14 de Dezembro, pelas 21 horas (termo às 22h).
Vem, não faltes!
Sábado não vamos ter actividades da parte da tarde!
Não te esqueças de convidar a tua família à festinha de Natal... lembra-te, tu és a Estrelinha de Natal, nessa noite mágica...

Ensaios para os animadores jovens, sexta feira, dia 15 de Dezembro, pelas 17.30h.
Ainda temos muito que fazer, e o tempo urge...

Dia 16 de Dezembro
Pelas 21h
Festa: Estrelinhas de Natal

Não faltes...
Vem e trás a tua família!
Entrada grátis!

Na entrada, podes ajudar, comprando um postal feito por ti (ou pelo seu filho)... Ajude!!

O ARTESÃO DO ARMAMENTO

Esta mensagem, foi deixada pelo amigo Mário Relvas, a quem agradeço as visitas, os comentários e a força que nos deixa para continuarmos.
Achando que a devia partilhar com todos, para assim todos a lerem, os mais distraídos e os mais atentos..., aqui a deixo, na sua integra...

“Belo Maria, continua.
Amigos, a nossa essência, o nosso interior é belo e complexo.
Deite-mos para o exterior o que sentimos.
Partilhemos e amemos!

Deixo-vos este poema de alguém especial!

Beijinhos e abraços
Mário Relvas”

O ARTESÃO DO ARMAMENTO

Não sou eu quem determina o destino do mundo.

Não sou eu quem começa as guerras.


Apenas sigo o meu caminho. Faço o meu trabalho.

Nada faço de errado.

Mas não sei.


E essa é a questão,

que sempre me atormenta.

Não quem determina,

e no entanto nada faço de mal.


Faço girar parafusos pequeninos com os meus dedos,

fabricando componentes de armas

que nos ameaçam a todos.

E ainda assim não sou eu quem determina

o destino que aparece diante de nós.


Eu poderia criar outro destino,

tornando o mundo seguro para todos aqueles

que anseiam viver a sua vida.


E então eu saberia

a razão sagrada,

o significado brilhante

da nossa existência.


Ninguém então poderia destruir-nos

com as suas acções

ou iludir-nos

com as suas palavras.


O mundo que eu ajudo a fazer

não é um mundo bom.

No entanto eu não sou mau.

E não fui eu que o inventei.

Mas será isso suficiente?


Papa João Paulo II

25 novembro, 2006

Do lado dos ceboleiros=)

Faço uma pausa. Arranco uma folha do meu caderno e escrevo sobre ela. Como gosto deste caderno e das mesas, bancadas, muros e balcões onde ele esteve! Aberto ou fechado. Não separa disciplinas nem temas. Não se fecha a rabiscos e não acha mal ser riscado. Agora não.
Caderno vermelho, pautado, de argolas, que veio de terra pacata lá do nordeste a qual associam tanto, brincando, a língua mirandesa!
Nele são escritas historias desta e daquela terra… daqui, dali e ate do outro lado do oceano, e que desde há bem pouco incluem todas elas o mesmo capitulo: talvez o mesmo sonho, ou então ideia, objectivo, ou mais simples, as mesmas calçadas, ruelas, a mesma rotina, noite, a mesma cidade… Aveiro... A essas historias ele, o caderno, se vai adaptando... e por elas se vai moldando; criando um novo desenho de si e avivando a sua cor.
Mas este caderno, apesar de recente, mantêm outras histórias arquivadas sobre as quais todas as novas vão sendo contadas, como se tivesse sido diminuído o valor da opacidade das mais antigas para as novas se fazerem notar. Mas só isso, porque jamais serão apagadas.
Cada folha deste caderno possui seu cheiro que será sempre sentido ou com um sorriso, gargalhada, uma expressão de alegria ou desilusão, ou uma lágrima, um aperto no peito de saudade.
Eu sou esse caderno, virando cada dia uma pagina de uma palete de cores que vai ganhando outros tons, quando novos se misturam com velhos.

PS: esclarecendo só um pouco o titulo, antigamente Aveiro estava dividido em duas grandes áreas de desenvolvimento: de um lado os ceboleiros, do outro os cagareus manifestando-se uma grande diferença comportamental entre ambos. Hoje em dia, essas designações permanecem apenas para os Aveirenses para quem ainda manda a tradição.

18 novembro, 2006

Magusto 2006 - 11 de Novembro 2006


Foi no dia 11 de Novembro de 2006...

Eles eram 107... eram muitos!!!

Mas não faltou música, alegria, boa disposição... e muita comidinha.... LoL

A todos, muito obrigado, pela ajuda e presença!

17 novembro, 2006

Mãe de São João Bosco é «venerável»



Margarida Occhiena, co-fundadora da Família Salesiana

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 15 de Novembro de 2006 (ZENIT.org).- Neste 15 de Novembro, na Capela da Comunidade Salesiana do Vaticano, o cardeal José A. Saraiva Martins, perfeito da Congregação para as Causas dos Santos, leu o Decreto que reconhece o heroísmo da vida e das virtudes de Margarida Occhiena, mãe de São João Bosco, assim como a fama de sua santidade.

Estavam presentes o reitor-mor dos Salesianos, monsenhor Pascual Chávez, o Postulador Geral, monsenhor Enrico Dal Cóvolo, o perfeito da Biblioteca Apostólica Vaticana, monsenhor Rafael Farina, o director geral da Tipografia Vaticana, monsenhor Elio Torrigiani, e os irmãos da Comunidade. Ao final da leitura, o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado, se fez presente com sua saudação e sua bênção.

Em 23 de Outubro passado, a Congregação para as Causas dos Santos, por uma proposta do Papa Bento XVI, havia promulgado o Decreto.

Ao final da breve, mas emocionante cerimónia, o reitor-mor disse: «É uma jornada memorável para a Família Salesiana que vê como Mãe Margarida dá um passo a mais para os altares».

«É um acontecimento muito esperado desde há tempo por todo o mundo salesiano e para o qual nos preparamos com muitas iniciativas em honra da mãe de dom Bosco. Nós nos encomendamos a ela para interceder por toda a Família Salesiana e pela Congregação, que se prepara para celebrar-se o XXVI Capítulo Geral no ano 2008.»

Entre as muitas associações que existem, merece atenção a «Associação Mãe Margarida», animada pelo próprio Reitor Maior, que agrupa os pais dos Salesianos convidando-os à oração e ao impulso e apoio da vocação de seus próprios filhos.

Margarida Occhiena nasceu em 10 de Abril de 1788, em Capriglio (Asti), e recebeu o baptismo no mesmo dia, na Igreja paroquial.

Viveu em sua casa até unir-se em matrimónio com Francisco Bosco. Mais tarde, ela se trasladou a Becchi. Depois da morte prematura de seu marido, Margarida, aos 29 anos, teve de cuidar da sua família, sozinha, em um tempo de fome cruel.

Cuidou da mãe de Francisco e de seu filho António, ao mesmo tempo em que educava seus próprios filhos, José e João.

Com um carinho especial, acompanhou seu filho João em seu caminho para o sacerdócio e foi então, a seus 58 anos, quando abandonou sua casinha do Colle e o seguiu em sua missão entre os rapazes pobres e abandonados de Turim (1848).

Aqui, durante dez anos, mãe e filho uniram suas vidas com os inícios do trabalho salesiano. Ela foi a primeira e principal cooperadora de Dom Bosco e, com sua amabilidade feita vida, contribuiu com sua presença maternal ao Sistema Preventivo.

Foi assim como, ainda sem saber, chegou a ser a «co-fundadora» da Família Salesiana, capaz de formar tantos santos, como Domingo Sávio e o Pe. Miguel Rua.

Era analfabeta, mas estava cheia daquela sabedoria que vem do alto, ajudando, deste modo, a tantas crianças da rua, filhos de ninguém. «Para ela, Deus era o primeiro, e assim consumiu sua vida no serviço de Deus, na pobreza, na oração e no sacrifício», explica uma biografia distribuída pela Família Salesiana.

Morreu aos 68 anos de idade, em Turim, no dia 25 de Novembro. Uma multidão de rapazes, que choravam por ela como por uma mãe, acompanhou seus restos mortais ao cemitério.



(colocado por Silvio Faria @ 15/11/2006)

DEUS - A verdade da vida




“Deus não escolhe pessoas capacitadas; Ele capacita os escolhidos.”

“Um com Deus é maioria.”

“Devemos orar sempre, não até Deus nos ouvir, mas até que possamos ouvir a Deus.”

“Nada está fora do alcance da oração, excepto o que está fora da vontade de Deus.”

“Não temas a pressão, lembra-te que é ela que transforma o carvão em diamante.”

“Perdoar é a melhor maneira de te vingares.”

“O mais importante não é encontrar a pessoa certa, e sim ser a pessoa certa.”

“Moisés gastou: 40 anos a pensar que era alguém; 40 anos a aprender que não era ninguém e 40 anos a descobrir o que Deus pode fazer com um NINGUÉM.”
“A fé ri das impossibilidades.”

“Não confundas a vontade de DEUS, com a permissão de DEUS. Nem tudo o que acontece é de Sua vontade, mas nada acontece sem Sua permissão.”

“Não digas a DEUS que tens um grande problema. Diz antes ao problema que tens um grande DEUS.”
DECLARAÇÃO:

Sim, eu amo Deus. Ele é a fonte de minha existência, é meu Salvador. Ele me sustenta a cada dia. Sem Ele eu não sou nada, mas com Ele eu tudo posso através de Jesus Cristo, que me fortalece.
(Filipenses 4, 13)
(colocado por Sónia @ 17/11/2006 - do Porto manda beijinhos a todo o pessoal)

07 novembro, 2006

Oração Jovem: Sábado - 4/11/2006



Quero aqui, publicamente agradecer a todos os que estiveram presentes na oração jovem... Não porque deva ser eu a fazê-lo, mas sim porque sinto essa necessidade.
Quero agradecer sobretudo pelo momento de partilha, um momento forte, em que pude, sem dúvida, crescer convosco...

Peço desculpa por ter chegado tão tarde, mas foi-me impossível chegar mais cedo. Mas acreditem depois do que vi e do que senti, a ninguém custou mais não poder ter estado mais cedo do que a mim, porque sei que de facto perdi um momento importante, lindo e sobretudo de grande cumplicidade e aproximação com Deus.

Louvo esta iniciativa, louvo a alegria posta quer durante quer no final da Oração...Uma alegria espontânea, que facilmente se percebe que vem de Deus, a única fonte de Verdadeira alegria.

Pelo que estou a ver, as coisas estão-se a "compor" para estar também na próxima, e aí espero ver ainda mais gente, mas sobretudo a mesma Alegria e o mesmo Amor evidênciado nesta...
O meu muito obrigado por tudo...

Espero que as coisas continuem a correr como até aqui, pelo que sei, o centro está a "renascer", e por conseguinte, a aproximar cada vez mais jovens de Deus, estão a abrir as portas do coração desses jovens a Cristo, continuem, há muito trabalho a fazer...

Há que dar Cristo a conhecer, pois só conhecendo se pode Amar...

Agora é a tua vez!

Há algum tempo atrás uma mãe puniu o seu filho de cinco anos por estragar um rolo de papel dourado que ia, por fim, decorar uma caixa a ser colocada sob a Árvore de Natal. Na manhã seguinte à noite de Natal, o menino trouxe a caixa e entregou-a à mãe dizendo:

- Isto é para ti, mamã. A mãe ficou embaraçada pela sua reacção precipitada, mas a sua raiva aflorou, novamente, quando viu que a caixa estava vazia, e falou rudemente com o menino: - Tu não sabe que quando se dá um presente a alguém é esperado que haja alguma coisa dentro do pacote? O menino olhou-a em lágrimas e disse:

- Oh, não está vazia, mamã. Eu soprei para dentro dela, até ficar cheia de beijos. A mãe ficou arrasada. Ajoelhou-se e pediu perdão pela sua ira irracional, abraçou-o com ternura.

Um acidente tirou a vida do menino pouco tempo depois e é sabido que a mãe guardou aquela caixa dourada perto da sua cama para sempre.

Sempre que estava deprimida ou tinha de enfrentar problemas, ela abria a caixa e imaginariamente tirava um beijo e lembrava o amor que a criança colocou lá.

Verdadeiramente, cada um de nós, seres humanos, temos recebido uma caixa dourada repleta do amor de nossos filhos, família, amigos e de DEUS.

Não há maior tesouro a possuir.