17 maio, 2007
Torneio de Futebol
16 maio, 2007
Dia MJS - Informações
Adolescentes (a partir do 8º ano) e jovens dos vários ambientes salesianos e respectivos grupos, identificados com o MJS. Pré-adolescentes (com animação própria)
PROGRAMA:
Dia 19
05:30 – Saída de Mirandela
09:30 – Acolhimento

10:30 – Workshops
13:00 – Almoço*
14:30 – Regresso às actividades/Ensaios
17:45 – Sessão de “Arte e Fé”
19:30 – Jantar
21:30 – Terço na Capelinha
22:30 – Vigília de Oração MJS
Dia 20
10:15 – Terço na Capelinha
11:00 – Eucaristia no recinto do Santuário
WORKSHOPS
Propomos-te uma experiência de partilha e aprendizagem da temática do encontro em diversos ‘workshops’.
*IMPORTANTE
Não esquecer trazer as insígnias identificativas do grupo e/ou movimento.
Almoço para o dia 19
07 maio, 2007
03 maio, 2007
Psssst....
01 maio, 2007
Jogos Nacionais Salesianos 2007 - Participantes
Carlos Fernando Albino Martins * 29-06-1991Tiago José Velho de Sá * 26-02-1992
Guilherme José Alves * 17-06-1990
Virgílio de Sousa Alves * 25-05-1992
Luís Filipe Reis * 08-12-1991
Bruno Miguel Vieira Rodrigues * 26-11-1991
Rui Pedro Correia Gonçalves * 15-10-1993
Vitor Manuel Monteiro Rosinha * 29-08-1992
Foram acompanhados por:
P. Manuel Ferreira Mendes
Hugo Jorge de Oliveira Fidalgo
Jogos Nacionais Salesianos 2007 - Classificações
½ FINAL - 30-04-2007

30 abril, 2007
Taize....

26 abril, 2007
Ensaios de Coro!

24 abril, 2007
Orações vocacionais
façamos dos nossos grupos da família salesiana
e particularmente de cada núcleo de cooperadores um espaço de oração
para que o Senhor dê à Família Salesiana
as vocações que necessita e assim acompanhe os jovens
na busca de sentido para as suas vidas
e na resposta generosa ao projecto de amor que Deus tem para cada um deles".

19 abril, 2007
Oração Jovem
Oração Jovem.
Desta vez será segundo o estilo de Taizé.
É leve (não demora muito tempo, isto para aqueles que não estão habituados)
e muito participativa.
A organizar estará o Luís Ribeiro.
Vinde e convidai os vossos amigos.
Vale a pena.
Ninguém se arrependerá da experiência!
Nos dias 28 e 30 de Abril
Pelas 21 horas
Na Igreja Paroquial de S. João Bosco
Em Mirandela
Vamos ter dois dias de Oração Jovem!
44.ª Semana de Oração pelas Vocações

Senhor Jesus Cristo,
Tu enviaste os teus discípulos
Pedindo-lhes que anunciassem
A Boa Nova da Salvação.
Jesus, Palavra do Pai,
Recomendaste-nos que
Pois sem Ti nada podemos fazer.
Ensina-nos, Senhor, a ouvir a voz do Pai,
Com docilidade de coração.
Ensina-nos a ler com sabedoria os sinais dos tempos
De modo que as alegrias e esperanças,
Tristezas e angústias dos homens e mulheres do nosso tempo
Sejam também as nossas.
Cristo, fonte de todo o amor,
Ilumina com a luz da Tua ressurreição
Todos aqueles que chamaste ao sacerdócio,
À vida consagrada e à missão,
De modo que sejam um sinal vivo
Do Evangelho da alegria.
Faz que vivam de tal forma unidos a Ti,
Que as suas vidas sejam para mundo e para a Igreja
Sinal de comunhão e reconciliação.
Jesus Cristo, Filho de Maria, a Mãe do Belo Amor,
Toca o coração de muitos jovens,
Para que, na escuta da Tua palavra,
Respondam com um Sim generoso e confiante
E sejam protagonistas
numa Igreja que vive, celebra e testemunha
O Evangelho do Serviço e da Comunhão.
10 abril, 2007
Olá Malta!!!
Tivemos a Páscoa Jovem Urbana... que foi espectacular...
O nosso muito obrigado, ao Sr. P. Mendes...
Mas, agora, faltam os vossos relatos...
Por isso pessoal, toca a escrever e mandar...
Ficamos à espera!!!
05 abril, 2007
Horário da Páscoa Jovem Urbana
10.00 – 10.15 - Oração da manhã

10.15 – 12.30 - Do “seder” da Pessach à Última Ceia de Cristo
15.00 – 17.00 - O Sacrifício e a Aliança
17.00 – 17.30 - preparação da Adoração
19.15 – 20.00 - Missa da Ceia do Senhor
21.30 – 22.00 - Adoração ao Santíssimo
SEXTA

10.00 – 12.00 - A Eucaristia – seus símbolos e sua organização litúrgica
15.00 – 15.45 - Paixão do Senhor
16.00 – 17.00 - Preparação para a via-Sacra
21.00 – 22.00 - Via Sacra
SÁBADO
10.00 – 10.15 - Oração da manhã
10.30 – 16.00 - Dia de Deserto
16.30 – 17.30 - Partilha e conclusão
19.30 – Jantar pizza
22.00 – Vigília Pascal

Páscoa Jovem II

O grupo dos mais velhos realizou este fim-de-semana de meditação na (instituição… das (…)…), onde fomos extremamente bem acolhidos e bem tratados, e por isso aqui fica, desde já, também um agradecimento.
O tema deste ano foi o AMOR.
Sim, AMOR com letras grandes, pois falámos do verdadeiro amor. É que hoje em dia esta palavra é tão banalmente usada e mal empregue, que ficamos com a impressão que deixa de ter a força que deveria ter. Mas quando ela é usada com todo o nosso coração, aí sim, faz sentido dizer “amo-te”.
Também hoje em dia muita gente se pergunta a si própria se será ainda possível amar. De certo, todos nós já sofremos, de uma maneira ou de outra, alguma vez uma traição de um amigo, ou ficámos “pendurados”. E aí perguntamo-nos “porque será que nos sacrificamos tanto por certas pessoas e no fim recebemos em troca algo de que não estávamos à espera?” Pois bem, será que o amor vale a pena? Será que valeu a pena Jesus morrer por todos nós na cruz e ser humilhado e tratado abaixo do indigno? Pois bem, “Amar é uma árdua tarefa (…) MAS em cada um de nós é forte o desejo do amor.” Precisamos de Amor. No fundo o que queremos dizer é que precisamos de Deus. Porque Deus é Amor.
(Chegámos a essa conclusão num aceso diálogo de grupo.) E é no amor que vivemos, porque temos necessidade de amar e sermos amados, e é pelo amor que vivemos. É por Deus que vivemos.
Foi na roda deste tema que nós partilhámos em grupo ideias, pensamentos e pontos de vista diferentes do nosso. Esta partilha de diálogo ajuda-nos a perceber o que vai no coração dos outros para melhor entendermos o nosso. E só no pleno entendimento do nosso coração, isto é: se somos capazes de nos perdoarmos a nós próprios e amarmo-nos de uma forma saudável, é que seremos capazes de amar o nosso próximo. “Ama a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”; esta é a síntese daquilo que nos dizem os mandamentos da Santa Igreja. “E quem é o nosso próximo?”, perguntamos às vezes. O nosso próximo é todo aquele que caminha ao nosso lado, é todo aquele que se cruza connosco, e todo aquele que nos pede auxílio. O nosso próximo é também o nosso inimigo; Jesus disse: «Aprendestes que foi dito: "Amareis o vosso próximo e odiareis os vossos inimigos. Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos; fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam (…) Porque, se só amardes os que vos amam, qual será a vossa recompensa? Não procedem assim também os publicanos? (…) » (S. MATEUS, cap. V, vv. 43 a 47).

O último texto do caderninho que nos foi dado no inicio do fim-de-semana, foi o texto que mais me comoveu. “Meu amado bambu”. É uma alegoria. Conta a história de um bambu que teve de se deixar matar para assim se tornar numa grande bênção para toda a região. “Quando ele era grande e belo, crescia apenas para si e alegrava-se na sua própria beleza…quando se deixou despojar, tornou-se canal do qual o Senhor se serviu para tornar a Terra fecunda.” Este é o significado do verdadeiro amor, e aquele que Jesus nos veio mostrar: “Não há maior prova de amor do que a de dar a vida pelos amigos.”
E nós? Será que daríamos a nossa?
Nossa correspondende de Aveiro,
22 fevereiro, 2007
Carnaval
Olá jovens Alegres, Dinâmicos e Serviçais!
Pois é, no nosso ultimo fim de semana houve o carnaval. Muita alegria, divertimento, palhaçada, uma verdadeira festa.
Eu que o diga pois no final do dia estava todo maçado das quedas propositadas do palhaço pirucas/piruças. É verdade, neste carnaval houve um grande dilema. Afinal, qual o nome do palhaço? Pirucas ou Piruças? Bem é uma coisa ainda por descobrir, quando o virem po ano (provavelmente no proximo carnaval) perguntem-lhe. lool. Mais personagens da nossa humilde festa, humm, como não podia deixar de ser, tinhamos de falar aqui da nossa verdinha. Uma palhacinha vestida de verde, a qual não perdoou uma ao palhaço Pirucas/Piruças. Pois é esta nossa amiga, muito porreirinha não hesitou em tirar o "garfo" do diabo para ameaçar o pobre Pirucas/Piruças que só queria dormir. lol. Mas tirando isso e todas as vezes que puxou a cadeira onde o Pirucas/Piruças se ia sentar até era uma verdadeira lady (lool, sou mesmo aldrabão). loool. Na brinca verdinha.
Bem de entre todas as personagens existentes havia uma que não se deixava rebaixar, afinal de contas enquanto uns iam para palhaços graças às suas grandes habilitações escolares, ela era uma finalista. Pois é, tou a falar daquela rapariguinha, baixinha muito bonitinha de mini-saia k até fazia calores (ups, não era para dizer isto. Pelo andar
Mas como eu estava a dizer, essa menina deve ter-se enganado no caminho? O politécnico é para o outro lado, mas de qualquer maneira não faz mal porque sem ti a festa não tinha sido a mesma (uma opinião pessoal, acredita sempre naquilo que tu podes fazer, quer sejam muitos ou poucos, tenhas preparado coisas ou não, o importante está em ti e na maneira como o fazes. «O sublime está a um passo do ridículo», Molière). Bem, de todos os animadores presentes havia mais um que eu gostava de mencionar mais pormenorizadamente: a nossa amiga (que as crianças, mais o público feminino) adoram, a boneca! Pois é, a nossa festinha de carnaval tinha de tudo um pouco, até a nossa amiguinha boneca que não hesitou em participar de corpo e alma na nossa festinha. Ela fez de tudo um pouco, animou, brincou, tirou fotos, fez um fado.
Também participaram mais estas personagens: uma que era um Cigano, mais uma palhacinha, um electrecista, uma menina dos anos 60 a quem eu mando um beijinho, a rambo, outra ciganinha e uma irmã vestida de irmã, loool (um a
Bom, para finalizar eu gostava de agradecer à Ana Filipa, Filipa e à Xana por tudo o que fizeram para que os animandos se sentissem bem. Gostava também de agradecer a todos os animandos do Centro Juvenil e sobretudo aos que participaram connosco nesta festa vestidos a rigor. Para todos eles um OBRIGADO e um grande abraço.
07 fevereiro, 2007
Mensagem

Queridos jovens.
Sucessor de um sonhador, eu também tive um sonho que vos quero contar com a mesma simplicidade e confiança com a qual o nosso pai Dom Bosco os contava aos seus jovens nas boas noites de Valdocco.
Sonhei que ele mesmo vos escrevia pessoalmente esta mensagem, quase como uma nova Carta de Roma. Eu sou lhe emprestei a minha mão (e o meu computador).
Eis aqui, então, a mensagem de Dom Bosco. Lede-a com a mesma simplicidade e amor dos seus jovens de então.
Uma cordial saudação também da minha parte.
D. Pascoal Chávez Villanueva
Queridos jovens,
Ainda que longe no tempo, penso em vós e sinto-vos perto com os vossos desejos de viver e ser felizes.
Sustenho com a minha oração as vossas melhores aspirações e acompanho-vos nos vossos momentos difíceis.
Sois a minha vida, e por isso estas palavras são as de quem vos ama ternamente no Senhor Jesus.
Gostaria de ter o amor terno e forte de minha mãe Margarida para falar ao vosso coração de filhos e comunicar-vos aquela grande paixão pela vida que ela me transmitiu desde pequeno.
No seu coração de mãe latia o coração de Deus, amante da vida; aprendi a reconhecê-lo na resplandecente e cálida luminosidade do nascer e pôr-do-sol, como também no pobre que batia à porta de casa. A minha mãe encontrava sempre as palavras precisas e os gestos mais adequados para desvendar com simplicidade o maior que envolvia a vida. Um amor que compensava a dor e curava, inclusive, a ferida profunda aberta pela morte do meu pai.
Falo-vos, queridos jovens, com estas mesmas palavras ternas e fortes. A vida é o dom mais precioso que recebestes: respeitai, defendei, amai e servi a vida, toda a vida e a de todos!
Deus, apaixonado da vida, não tolera que se comercialize a vida do homem. Os seres humanos não são um produto comercial. Houve tempos, e desgraçadamente ainda não terminaram, nos quais se vendiam e compravam seres humanos. Sucedia nas ruas de Valdocco, como sucede hoje nas praças e nas ruas das vossas cidades.
Não esqueci o que vi nas prisões e nas ruas, na terrível realidade de cada dia. Mudou a minha vida: decidi gastá-la para livrar os jovens de todas as prisões, tanto das materiais como das da solidão, da tristeza, da ignorância, da delinquência, da desorientação, do desespero.
Os meus tempos eram tristes, mas também vós viveis acontecimentos dramáticos nos quais, uma vez mais, domina o desprezo pela vida humana, a violência terrorista, o abuso e exploração de crianças e mulheres. Perante tal realidade não podeis permanecer indiferentes, sobretudo como jovens. De vós deve nascer uma nova energia, um movimento que comunique a paixão de Deus pela vida do homem.
Quero mostrar-vos, queridos jovens, o caminho para responder a esta missão e para viver uma vida plena, feliz e fecunda. O segredo está na amizade com Jesus Cristo. Nele se manifestou a misericórdia e a ternura de Deus que ama a vida. Entrou no coração da realidade humana, única e maravilhosa; gastou toda a sua vida libertando, salvando e dando vida aos oprimidos por qualquer espécie de mal; conheceu a alegria, a amizade, mas também a dor, a perseguição e a morte. Dando a própria vida por amor e ressuscitando da morte, iniciou uma vida plena e para sempre.
A sua ressurreição é como a erupção de um vulcão que demonstra que no interior do universo arde já o fogo de Deus, que já actuam nele as novas forças vitais de uma terra transfigurada.
Para compreender e viver este mistério que está no coração da vida, queridos jovens, tendes que levantar o olhar.
«Que vês Jeremias?», pergunta o Senhor ao profeta. «Vejo um ramo de amendoeira» (Jer 1, 11-12). A amendoeira é a árvore que floresce primeiro e anuncia a primavera. O olhar vigilante permite ao profeta antever o invisível no ramo florescido. Só esse olhar atento e vigilante pode captar o milagre, o mistério profundo da vida; tendes que estar vigilantes, com os olhos atentos e iluminados pela fé.
Levantai os olhos da distracção quotidiana que vos leva a um vazio existencial, começai a dar vida à parte mais profunda e mais íntima de vós mesmos, dedicai tempo à oração que vos revelará a profundidade do coração de Deus e do vosso mesmo coração de homens e mulheres. Do mais profundo da vossa alma tirareis um novo sentido das coisas, uma visão mais ampla da história, a fraternidade que nasce do coração de Cristo Ressuscitado e que se manifesta na Igreja. Ela é o “sacramento” da misericórdia de Deus neste mundo. É a casa do Deus acessível, quente e acolhedora, o lugar da escuta do sofrimento do homem, em particular dos jovens e dos pobres.
A vossa sociedade, pelo menos a ocidental, é muito rica, mas deve enfrentar-se com as novas pobrezas. E a Igreja não pode situar-se noutro lugar senão ao pé da cruz de Jesus, fonte de ressurreição. O seu lugar é junto dos pequenos, da gente cansada e ferida, daqueles que não contam ou se vêem marginalizados da caravana triunfal do progresso. Cristo, uma vez mais, é crucificado fora da cidade, nas margens da história. A Igreja “samaritana” deve estar ali: os pobres são a sua “terra santa”. E esta terra santa é o terreno fecundo do vosso compromisso juvenil.
A Igreja deve tornar visível e transparente a beleza e o amor de Deus que quer viver hoje entre nós. E vós, queridos jovens, tendes que construir esta Igreja como Cristo a quer, rosto da misericórdia do Deus da vida.
Este é o caminho que quis ensinar aos meus queridos jovens de Valdocco e o qual vos convido a construir nos vossos ambientes juvenis. Valdocco não era um espaço anónimo como a rua, mas um lugar acolhedor, um ambiente cheio de humanidade, rico de valores e do calor da família. A minha me Margarida depositou nele toda a sua solicitude e ternura de mãe; e todo o amor de pai. Como um verdadeiro pai de família, dei aos meus jovens uma casa, vestuário, pão, trabalho, instrução, diversão. Assumi com tanta paixão esta missão que pedi ao Senhor que me concedesse encontrar e acolher a muitos jovens, e que me livrasse de tudo o que me podia separar dos seus interesses.
O oratório converteu-se num lugar de vida e de encontro para os jovens, no qual as suas expectativas e iniciativas, a sua linguagem e o seu protagonismo encontraram acolhimento, promoção e espaço.
Iam progredindo na verdadeira maturidade como homens e como cristãos, entusiasmados por viver dentro do espírito de liberdade do Evangelho. Uma prova disso são as vigorosas personalidade que amadureceram em Valdocco: Desde Domingos Sávio e Miguel Magone até aos grandes pioneiros das missões, Cagliero, Lasagna, Costamagna, Fagnano, e tantas outras figuras extraordinárias.
Educava à liberdade e à criatividade dos meus jovens: queria-os conscientes das motivações das suas decisões; dava todo o espaço devido à razão; multiplicava as lições de catecismo e as boas noites, nas quais explicava porquê e como se devia acreditar. Queria rapazes decididos nas suas opções, sem respeito humano. Animava-os a tomar iniciativas em todos os campos. Não os mantinha encerrados por medo do mundo. Abríamo-nos com coragem às paróquias, às necessidades da cidade, da Igreja e do mundo. O meu sonho é ver-vos, jovens do terceiro milénio, como riqueza do presente, desenvolvendo os vossos talentos e as vossas energias de bem, invertendo no serviço aos outros, para rejuvenescer a sociedade e a Igreja.
O meu sonho é ver-vos missionários dos vossos amigos, tornando visível nos acontecimentos de cada dia o rosto de Cristo no qual todos se reconheçam.
Este sonho concretiza-se no meu compromisso e no de toda a Família Salesiana de ser sempre, com mais clareza e mais explicitamente, promotores da cultura da vida, contra tudo o que possa ameaçá-la ou diminuí-la, portadores do amor de Deus, pais e mestres de espírito, guias inteligentes e capazes de acompanhar-vos na busca de projectos de vida nobres e atraentes.
Neste compromisso contai sempre com a ajuda materna da Auxiliadora, da Virgem dos tempos difíceis, que foi para mim uma Mãe e uma Mestra e que prometeu tomar sob a sua particular protecção a quantos entrarem numa casa salesiana.
Entregai-vos a Ela com toda a confiança e vereis também vós florescer os milagres na vossa vida.
Queridos jovens, senti-me sempre próximo de vós; o meu desejo é o de ver-vos felizes agora e para sempre, seguindo o caminho das bem-aventuranças evangélicas, para poder participar todos juntos na grande festa da vida no céu.
Turim, 31 de Janeiro de 2007

















